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quinta-feira, 31 de março de 2011

Primieros movimentos para a sexta edição

Já estamos movimentando a cena roqueira da cidade para mais uma edição do maior festival de Rock da Região, mais notícias em breve.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Entrevista com Suicide Sisters





Visando manter contato com as bandas que fizeram e fazem parte da história deste festival , estyamso começando uma séire de entrevistas com bandas, pessoas e entidades que ajudam a tornar o Rock & Poesia um grande festival de Arte e Rock n’ Roll.



 A SUICIDE SISTERS  é formada por: MIRO CHEYENNE – VOCAL ,   LEH TODD- GUITAR, VINCE FOXX- GUITAR, LIZZY McTRACY- BASS , LUCKY NASTY – DRUMS

Depois de uma apresentação empolgante em Camaquã na última edição do Rock & Poesia, entrevistamos MIRO CHEYENNE vocalista da banda sobre os planos da banda e outros papos.
Alceu. Como começou a banda?
Miro. Bem a banda surgiu num anseio do Lucky e do lizzy  de montar uma banda de Hard que eles pudessem expor as influências deles naquele momento, mas faltava um cara pra guitarra e um vocal . Eu naquele momento final de outubro de 2009 passava por um momento conturbado na minha vida pessoal e vendo minha banda os Cheyennes se dissolverem aos poucos no mundinho particular de cada um, então resolvi dar um basta acabar com a  banda e parar contudo estava cansado. Ai em novembro o Lucky e o lizzy me procuraram, conversamos e resolvemos tentar, a banda começa com o Alex na guitara mas não ficava muito tempo para resolver lances particulares dele, ai entra o Todd  na banda e a química esta completa. Começamos logo a compor material próprio  e dar asas a um sonho em comum.
Alceu. Mesmo  deixando claro que vocês tocam um HARD GLAM .Quais as influências da banda nacionalmente e internacionalmente falando?
Bem a banda tem na sua essência Hard rock anos 70 e 80 , Hair metal dos anos 80, Glam Rock e Heavy metal dos anos 80.
Alceu: Por ser de Rio grande uma cidade maior que Camaquã como é a cena Undergrund daí?
Bem não conheço a fundo a cena de camaquã para fazer um comparativo, quando fomos ai no Rock & Poesia fomos bem tratados , pessoal foi bem legal e nos deu maior força , for a energia positiva no show, sem comparação. Bem aqui vivemos uma cena rachada onde cada um olha seu umbigo, festivais são poucos e quando tem as bandas são coadjuvantes, bem não cobrem nenhum custo das mesmas. Tem também festas organizadas tipo Fearg e festa do mar, até ano passado a Ferg tinha um palco especifico do rock que esse ano foi banido e apenas algumas bandas vão tocar no evento, nessa cidade vale muito o popular “QI”, bares rock não temos desde 2006 se não me falha a memória o ultimo foi o plebe rude.
Alceu: E como vocês vêem a cena no Brasil?
A cena brasileira a meu modesto ver é bem parecida, com que rola aqui e deve rolar em camaquã, nas grandes cidades tem os bares legais, mas cheios de bandas cover, alem de que o tipo de som que fazemos não é moda. No Brasil  Rock é uma batalha diária.
Alceu: O HARD GLAM  morreu?
O Hard Glam nunca morre ( risos) , enquanto tiver uma banda compondo e pessoal curtindo a nostalgia dos anos 70 e 80, nunca morre , alem que hoje ainda temos uma cena de Sleaze Glam vinda da Suécia  que fez dar um sangue novo e muitas bandas ainda dos anos 80 se mantem e tem uns velhos dinossauros como eu levando a bandeira do Hard rock e ods Hair metal.
Alceu: Viver no Underground é uma tarefa gratificante porem há muitas dificuldades, qual foi sua maior dificuldade ou momento mais frustrante até agora?
 Bem  a gente vive a cena 24 horas por dia, compondo, ensaiando, organizando festivais, lutando por espaço e viajando por ai pra levar nosso  som, bem o que mais me frustra é lutar por uma cena  e ver só retrocesso, mas não baixo a cabeça e sigo em frente.
Alceu: Tem algum momento engraçado, ou pitoresco que você já passou?
 Cara , já passei por tantos momentos e tanta coisa nessas andança de Rock n´roll, são quase 25 anos, relatar uma em especifico, seria difícil, fazer show em lancheria seria uma rsrs! olha que  ai não foi a primeira vez que fiz , nos anos 90 fiz um show com Cheyennes num boteco.
Alceu: Quais os planos da banda para o futuro?
 Bem fazer muitos shows, gravar um novo cd e ter muitos anos de rock n´roll com a Suicide Sisters.
Alceu: Vocês tem alguma mensagem final para aquelas pessoas que viram aquela aula de rock aqui em camaquã no Rock & Poesia?
Fico lisonjeado com suas palavras, apenas fomos nós mesmo naquele dia, o que digo ao pessoal do rock de camaquã , lute pelo seus idéias, tenham o Rock n´roll no coração  só na mente não basta, acredite nos seus sonhos até o fim e que a cena de camaquã cresça cada vez mais e que a gente possa ir mais vezes ai tocar pra vocês. Pois vocês foram foda!! Agradeço por toda banda a oportunidade aqui no blog de um cara  que é um guerreiro do rock gaúcho.
                                                                                                                                                  











segunda-feira, 26 de abril de 2010

Em termos de Rock, ocorreu tudo bem




O V Festival Rock & Poesia aconteceu.
Este é o mote, esta é a palavra para distinguir este grande momento que a cidade de Camaquã presenciou.
Depois de uma abertura, no tempo, carrancudo e enfadonho, que encheu de animo o público que comparecia vibrante e sedento por Rock and Roll, o festival foi aberto com apresentação de vanguarda da banda Trinka, que tocou suas músicas como se estivesse sendo porta voz das tendências do Hard core melódico.
Após homenagem ao vocalista e poeta Jim Morrison foi à vez da Ds - Um entrar e só entrar, pois a chuva não deixou que sua arte pairasse pela  praça interrompendo o festival e atapalhando também a parte mais cultural do Rock & Poesia que contava com recitais, exposição de revistas alternativa( Fanzines) e instações.
Depois de muita frustração e confusão, os remanescentes bravos roqueiros que ficaram, juntaram forças e equipamentos e se deslocaram para a Parada Big Lanches.
E o que olhos esperançosos viram foi uma aula de Rock And Roll de primeira ministrada pela banda convidada de Rio Grande Suicide Sisters, que mesmo com um ambiente improvisado desfilou seu Hard Rock Glam com muita animação e estilo.
E foi assim com a força que só o Rock tem, que este final inesperado fechou esta edição do maior festival de Rock de Camaquã.
Também queria divulgar que saiu uma materia no site Mais Camaquã http://wp.clicrbs.com.br/maiscamaqua/2010/04/26/rock-itinerante-chuva-levou-o-festival-da-praca-para-lancheria/ 

domingo, 25 de abril de 2010